A folha de pagamento no Brasil seguirá em 2026 como um dos principais pontos de atenção para empresas locais e multinacionais. O ambiente trabalhista brasileiro já é reconhecido por sua alta complexidade, e o próximo ano reforça esse cenário com ajustes salariais, manutenção de encargos elevados e maior exigência de conformidade fiscal e trabalhista.
O salário mínimo nacional, que serve de base para benefícios, pisos setoriais, contribuições previdenciárias e cálculos indenizatórios, continua impactando diretamente o custo total por colaborador. A partir de 1º de janeiro de 2026, o valor do salário mínimo será de R$ 1.621,00, além disso, seguem no radar das empresas as obrigações acessórias ligadas ao eSocial, cruzamento de dados entre Receita Federal, Previdência e Ministério do Trabalho, fiscalizações mais digitais e automáticas, riscos de passivos trabalhistas por erros de cálculo ou atraso de atualizações.
Quando olhamos para a América Latina, o cenário reforça ainda mais a necessidade de estrutura. Em 2026:
- Chile confirmou salário mínimo de CLP 539.000, impactando payroll e encargos.
- Argentina mantém reajustes salariais escalonados, exigindo atualização constante da folha.
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Paraguai: mantêm-se os reajustes definidos em julho de 2025, com salário mensal de Gs. 2.899.048 e salário diário de Gs. 111.502.
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Uruguai: salário mínimo em processo de negociação, pendente de definição oficial.
- Colômbia: o salário mínimo fica estabelecido em COP 1.750.905, com auxílio-transporte de COP 249.095, conforme decretos oficiais de dezembro de 2025.
Esses movimentos regionais afetam diretamente empresas brasileiras que possuem operações fora do país, centralizam a folha no Brasil e contratam talentos na América Latina
Nesse contexto, a folha de pagamento deixa de ser apenas operacional e passa a ser um tema estratégico de governança, risco e previsibilidade financeira.
O PPO (Payroll Process Outsourcing) do Grupo STT apoia empresas no Brasil e na América Latina com:
Gestão completa da folha de pagamento
Atualização contínua frente às mudanças legais
Conformidade trabalhista e fiscal
Redução de riscos e ganho de eficiência operacional
Estar preparado para 2026 é garantir segurança jurídica no Brasil e controle total da folha em operações regionais.


